sexta-feira, 4 de agosto de 2017

ID: Euphorbia lathyris

Euphorbia lathyris

 Veio como passageira clandestina num vaso de Alstroemeria vermelha que me foi oferecida por uma tia. Achei piada ao formato da planta e deixei-a crescer para ver o que iria sair de dali. 
 Ontem pedi ajuda para a tentar identificar e pelos vistos é uma Euphorbia, possivelmente Euphorbia lathyris. Aparentemente uma planta muito comum no nosso país, usada para afugentar as toupeiras. Como é uma planta tóxica, parece que as toupeiras são sábias o suficiente para fugir dela.
 Parece-me que o único "senão" é o facto de ser uma planta anual. Coisa que me aborrece, como sabem!

Euphorbia lathyris

Maxillaria variabilis var. yellow - Apontamento

Maxillaria variabilis var. yellow

Maxillaria variabilis var. yellow

 Continua extraordinariamente bem e tem um pequeno "rebento" a furar o esfagno (foto em baixo). 

Maxillaria variabilis var. yellow

Maxillaria variabilis var. yellow

Maxillaria variabilis var. yellow

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Aquilegia atrasada!

Aquilegia

Aquilegia

Aquilegia

 Pois é, ainda tenho uma Aquilégia a florir, em pleno Verão, embora Verão com dias frios!

Epidendrum parkinsonianum... 3 meses depois!

Epidendrum parkinsonianum (Coilostylis parkinsoniana)

 Há mais de 3 meses atrás aventurei-me a montar os 5 Epidendrum parkinsonianum (Coilostylis parkinsoniana) em 4 (mais tarde 5) suportes diferentes.
 Como não tenho uma noção real do crescimento que tiveram, para além das raízes, hoje tive a brilhante ideia (ou não) de fazer uma espécie de "antes e depois" dos 5 Epidendrum parkinsonianum.

2 Epidendrum parkinsonianum nº1 & nº2- a 29-04-2017
Epidendrum parkinsonianum nº1
Epidendrum parkinsonianum nº2


Epidendrum parkinsonianum nº3 - a 29-04-2017
Epidendrum parkinsonianum nº3


Epidendrum parkinsonianum nº4 - a 29-04-2017
Epidendrum parkinsonianum nº4


Epidendrum parkinsonianum nº5 - a 29-04-2017
Epidendrum parkinsonianum nº5
 Já se nota algo, não?! Também me parece!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Dendrobium moschatum - Reenvasamento (parte)

Dendrobium moschatum 

 Dos 3 Dendrobiuns, agora é este o que mais me preocupa! Como raio é que andei este tempo todo enganada em relação às temperaturas que ele necessita?!
Dendrobium moschatum

 Decidi colocar em vaso aquela parte inferior da orquídea que estava praticamente ao dependuro. Foi necessário danificar algumas raízes. Coloquei-o para um pequeno vaso com leca e mudei-o para um local exterior mais resguardado. 
 Tivemos algumas noites frescas nos últimos dias e eu deixei o Dendrobium moschatum lá fora pendurado na árvore. Não sei se foi desse frio ou da mudança, o que é certo é que algumas das folhas estão danificadas, como que a murchar.

Dendrobium hercoglossum - Reenvasamento

Dendrobium hercoglossum

 E hoje foi dia de reenvasar outro Dendrobium, desta vez o Dendrobium hercoglossum. Vinha com esfagno muito compacto e um fantástico sistema radicular em volta. Foi um teste à minha paciência, mas lá consegui remover a maior parte do esfagno com o auxilio de uma pequena pinça. 

Dendrobium hercoglossum

 Tal como fiz com o Dendrobium cretaceum, optei por usar apenas leca como substrato e colocar pedras pequenas no fundo do vaso para o lhe dar mais estabilidade.

Dendrobium hercoglossum

Dendrobium hercoglossum

 Nos novos pseudobolbos, algumas das folhas começam a amarelar. Provavelmente resultado de todo este stress causado pela mudança de ambiente. Estou um pouco preocupada, mas com fé de que se vai adaptar.

Dendrobium hercoglossum

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Dendrobium cretaceum - Reenvasamento

Dendrobium cretaceum (sinônimo do Dendrobium polyanthum)

 A primeira fase de cuidados foi a da hidratação. Hoje foi a altura de mudar o recém adquirido Dendrobium cretaceum para um novo vaso e remove-lo daqueles  horríveis bocados de esferovite em que as raízes vinham presas.

Dendrobium cretaceum (sinônimo do Dendrobium polyanthum)

 Coloquei-o num vaso ligeiramente maior do que aquele em que vinha. No fundo do vaso, para dar estabilidade e não tombar, coloquei algumas pedras e como substrato usei apenas leca. 

Dendrobium cretaceum (sinônimo do Dendrobium polyanthum)

 Esta espécie é muito conhecida como Dendrobium cretaceum (Lindl. 1847) mas no entanto o nome Dendrobium polyanthum (Wall. ex Lindl. 1830) é o mais correcto porque é mais antigo e por isso tem precedência.
 A título de curiosidade a palavra cretaceum é um epíteto latino que significa «como calcário», provavelmente por causa da cor branca das flores.
 Originária da China, Índia, Himalaias, Nepal, Ilhas Andamão, Birmânia, Tailândia, Laos e Vietname. É uma orquídea epífita que cresce nas árvores em florestas a altitudes entre os 700 e os 1800 metros.
 Dizem que é de cultivo fácil, pelo menos no meu clima, desde que respeite algumas das suas necessidades básicas. Requer temperaturas frescas a intermédias com luminosidade média, sem sol directo. Durante o período de crescimento regar e fertilizar com regularidade e manter sempre a humidade alta. Suspender as regas e fertilizações durante o Inverno até surgirem os novos rebentos mas sem deixar a orquídea secar completamente, vaporizar esporadicamente. Deve ser usado um substrato bastante drenável ou então o Dendrobium pode ser montado.