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segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata
 

Coelogyne fimbriata


 Estou um pouco desapontada com esta floração. Esta Coelogyne fimbriata tem 9 frentes, todas elas começaram a desenvolver flores mas acabaram por abortar todas, à exceção de duas!

Coelogyne fimbriata - Flor ainda por abrir

 Se avaliar por outra perspetiva, no ano passado só criou uma flor, ao menos este ano melhorou um pouco. 
 
Coelogyne fimbriata 

É uma orquídea que vai crescendo bem e sem stresses.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Apenas uma flor na Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata

 Um pouco desapontada!
 A Coelogyne fimbriata mantém as 6 frentes de crescimento mas, porém, este ano apenas uma floriu!

Coelogyne fimbriata

 Não sei explicar porquê! Cultivei-a no exterior desde o meio da Primavera até Outubro, com algum sol directo filtrado pelas folhas das árvores. As folhas desta Coelogyne têm aquele tom verde claro, semelhante ao que obteve no ano passado, sinal de que recebeu os níveis ideais de luminosidade (essencial para a floração). No entanto, apenas uma flor!!!
 Paciência, para o ano há mais!

Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata

sábado, 17 de novembro de 2018

Coelogyne fimbriata: 50% Florida

Coelogyne fimbriata

 Hoje consegui, finalmente, arranjar um pouco de tempo (e luz natural) para poder fotografar a Minha Coelogyne fimbriata.

Coelogyne fimbriata

 Começou a florir esta semana e, para já, tem 3 das 6 flores abertas. 

Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata

Coelogyne fimbriata

 Comprei-a há dois anos atrás na Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa. Este Verão cultivei-a no jardim, pendurada numa árvore, com bastante luminosidade e alguma luz solar filtrada pelas folhas. Creio que isto foi determinante, porque há um mês atrás descobri que esta Coelogyne estaria a preparar-se para florir.
Ei-la! 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Coelogyne fimbriata: flores?

Coelogyne fimbriata

 Desconfio que a minha Coelogyne fimbriata, comprada exactamente há dois anos na Exposição de Orquídeas de Lisboa, vai finalmente florir. A ser verdade, será uma estreia!

Coelogyne fimbriata

 Mantive-a em vaso até este Verão, altura em que decidi mudá-la para um dos meus cestos de rede plástica. A orquídea já tinha 6 frentes a crescer fora do vaso e raízes aéreas em busca de algo onde se fixar. Não consigo conte-la eternamente dentro de um vaso, impedir que as frentes cresçam livremente! Por isso pareceu-me adequado usar um cesto em rede, que permita que, à medida que as frentes forem crescendo para fora do vaso, as suas raízes se fixem nas laterais e dessa forma possam hidratar-se.
 Esta forma de cultivo permitiu que a Coelogyne fimbriata fosse regada abundantemente todos os dias, junto com as restantes orquídeas montadas, sem que corresse o risco de apodrecimento.
 Desde que a mudei para o cesto de rede, as frentes maturaram os pseudobolbos, desta vez com um tamanho médio e, nas ultimas semanas, começaram a desenvolver o que julgo serem uma espécie de espatas de onde sairão as flores.
 Deixo em baixo uma sequência de fotos antigas e actuais da Coelogyne fimbriata, para melhor ilustrar a evolução dela ao longo destes dois anos cá em casa.

Coelogyne fimbriata - A 15-10-2018

Coelogyne fimbriata - A 15-10-2018

Coelogyne fimbriata - A 05-07-2017

Coelogyne fimbriata - A 17-10-2016, quando a comprei.

 Nota-se uma evolução, não é?
 Pelo tom mais claro das folhas, também se nota que este ano a cultivei novamente no exterior mas desta vez num local com mais luz: debaixo de uma árvore, com luz solar filtrada. Quem sabe se não terá sido este detalhe que impulsionou a floração?!
 No Travaldo's Blog é referido que esta orquídea gosta de boa luminosidade e alguma (pouca) luz solar directa e que isto é um dos requisitos para que a orquídea possa vir a florir no Outono. Portanto, a mudança de local, para o jardim, foi determinante!
 Agora estou é indecisa se a trago para dentro de casa ou não? Tenho-a ainda no exterior, mas agora num local mais resguardado. Tenho receios que as noites frias ou então as temperaturas mais amenas cá dentro de casa façam abortar a floração! Como é uma orquídea que aguenta algum frio (creio que inferiores a 10ºC), provavelmente será menos nefasto se ficar lá fora, pelo menos até as primeiras flores abrirem. Então, se calhar, nessa altura recolho-a cá para dentro, antes de começar o período de descanso e de as temperaturas lá fora baixarem drasticamente para valores inferiores a 8ºC.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Coelogynes

 Coelogynes


Coelogyne cristata
Coelogyne cristata 
Coelogyne cristata


Coelogyne cristata
 Está a ter uma adaptação ainda difícil à mudança de ambiente, apesar de ter chegado à floração sem abortar.  Perdeu o pseudobolbo mais antigo, algumas folhas e continua com sinais de desidratação (pseudobolbos enrugados). Lembro-me que quando a recebi, só tinha raízes nos 2 pseudobolbos mais antigos, sendo que um deles acabou por apodrecer cá em casa. 
 Finda a floração, começou a desenvolver a frente e mais recentemente detectei uma segunda frente a surgir de um dos pseudobolbos mais antigos. O suficiente para me deixar alguma esperança de que eventualmente vai acabar por recuperar. Andei a espreitar no substrato em busca de raízes novas, em vão, mas as que ainda mantém parecem-me saudáveis.
 Haja fé!


Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata - a 05-07-2017
Coelogyne fimbriata - a 17-10-2016
 Só tenho uma coisa a dizer sobre esta orquídea: de cultivo muito fácil.
 Obviamente estranhou a mudança cá para casa. Isso notou-se nos pseudobolbos minúsculos que acabou de desenvolver durante o ciclo passado. Mas neste momento está com 5 frentes de crescimento, bem desenvolvidas e não tarda nada terei que a mudar novamente para um vaso maior.


Coelogyne nitida
Coelogyne nitida

 Das 3 Coelogynes esta é a que mais me preocupa. Já está há mais de um ano cá em casa e continuo a não me entender muito bem com ela. Está a desenvolver 3 frentes a partir dos 3 pseudobolbos raquíticos desenvolvidos no ano passado.
 Continua bastante enrugada e com poucas raízes. Recentemente coloquei uma camada de esfagno no topo do substrato, mas não notei qualquer diferença. Por isso pondero mesmo reenvasa-la, talvez para um substrato composto por leca, perlite e esfagno ou só leca e esfagno!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A minha modesta compra na Exposição de Orquídeas de Lisboa


 Na falta de fotos tiradas na exposição (as orquídeas distraem-me de tal forma...), início esta minha postagem novamente com uma foto de um dos percursos da Estufa Fria em Lisboa, local onde se realizou a 2ª Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa.
 O local com o seu toque tropical e o fantástico dia de sol que tivemos tornou esta visita agradável! Excepção feita à recorrente irritação nos olhos que me ataca sempre que vou a Lisboa!

 Adiante!
 Falemos de compras.
 Levei comigo uma lista onde incluí 11 orquídeas que adorava ter na minha colecção! Uma das que mais desejava, um Epidendro parkinsonianum, custava 28€ na Ecuagenera 
(mas estão doidos?!). Por esse preço, comprei as minhas duas orquídeas de consolação: Thunia marshallianaCoelogyne fimbriata.


Thunia marshalliana
Thunia marshalliana (Foto: Orchirafa)
 Esta estava na minha lista, na verdade, foi uma das minhas ultimas anotações. Comprei-a no stand Orchisrafa, ao Sr. Rafael, por 12€. A planta que comprei é um "keiki" da planta cuja foto se vê em cima.
Thunia marshalliana
Thunia marshalliana
  

Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata
 Esta é um clássico em qualquer colecção por ser de fácil cultivo e generosa com as florações. Embora não fosse uma prioridade, estava também na minha lista.
 Comprei-a no stand Alemão Röllke Orchideenzucht por 14€.
Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata