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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Coelogynes

 Coelogynes


Coelogyne cristata
Coelogyne cristata 
Coelogyne cristata


Coelogyne cristata
 Está a ter uma adaptação ainda difícil à mudança de ambiente, apesar de ter chegado à floração sem abortar.  Perdeu o pseudobolbo mais antigo, algumas folhas e continua com sinais de desidratação (pseudobolbos enrugados). Lembro-me que quando a recebi, só tinha raízes nos 2 pseudobolbos mais antigos, sendo que um deles acabou por apodrecer cá em casa. 
 Finda a floração, começou a desenvolver a frente e mais recentemente detectei uma segunda frente a surgir de um dos pseudobolbos mais antigos. O suficiente para me deixar alguma esperança de que eventualmente vai acabar por recuperar. Andei a espreitar no substrato em busca de raízes novas, em vão, mas as que ainda mantém parecem-me saudáveis.
 Haja fé!


Coelogyne fimbriata
Coelogyne fimbriata - a 05-07-2017
Coelogyne fimbriata - a 17-10-2016
 Só tenho uma coisa a dizer sobre esta orquídea: de cultivo muito fácil.
 Obviamente estranhou a mudança cá para casa. Isso notou-se nos pseudobolbos minúsculos que acabou de desenvolver durante o ciclo passado. Mas neste momento está com 5 frentes de crescimento, bem desenvolvidas e não tarda nada terei que a mudar novamente para um vaso maior.


Coelogyne nitida
Coelogyne nitida

 Das 3 Coelogynes esta é a que mais me preocupa. Já está há mais de um ano cá em casa e continuo a não me entender muito bem com ela. Está a desenvolver 3 frentes a partir dos 3 pseudobolbos raquíticos desenvolvidos no ano passado.
 Continua bastante enrugada e com poucas raízes. Recentemente coloquei uma camada de esfagno no topo do substrato, mas não notei qualquer diferença. Por isso pondero mesmo reenvasa-la, talvez para um substrato composto por leca, perlite e esfagno ou só leca e esfagno!

terça-feira, 18 de abril de 2017

Apontamento: Coelogyne cristata

Coelogyne cristata

 Completamente florida!
 Ainda não detectei nenhum perfume assinalável. Não devo andar a cheira-la nas horas certas, só pode!


Coelogyne cristata

sábado, 8 de abril de 2017

Coelogyne cristata - em estado de graça :-)

Coelogyne cristata


Coelogyne cristata

Coelogyne cristata


 Ora cá está, a 1ª flor abriu hoje!

 Estou mesmo feliz por me terem enviado uma divisão com haste e mais feliz ainda por esta não ter abortado!
 Supostamente é perfumada. Andei a cheirar, mas ou estou ainda demasiado constipada ou então ainda é cedo para emanar algum perfume. 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

A Primavera chegou às minhas orquídeas, mas não a todas!

Coelogyne cristata - 06-04-2017

 Ainda adoentada, a minha jardinagem resume-se apenas a regas e à monitorização da evolução e crescimento das minhas plantas, orquídeas incluídas.
 Algumas das minhas Orquídeas começam a mostrar sinais que estão a despertar do descanso de Inverno. É delas que venho cá falar hoje. Um pequeno apontamento colectivo.


Coelogyne cristata
 Começo pela minha Coelogyne cristata, comprada recentemente, há pouco mais de um mês. A haste cresceu bastante bem nestes últimos 3 dias, com 4 flores em desenvolvimento (sem querer, parti uma quinta flor quando tentava remover as brácteas). A foto no início desta postagem foi tirada hoje e a que se segue foi tirada há 3 dias atrás. 
Coelogyne cristata - 03-04-2017


Oerstedella centradenia
  Agora a minha surpreendente Oerstedella centradenia, que continua florida já há mais de um mês (começou a florir a 18-02-2017 e essas flores ainda estão óptimas - foto em baixo).
Oerstedella centradenia - a 1ª haste que floriu, mais de um mês depois
Oerstedella centradenia
 Na foto em cima, marcados com círculos, vêm-se dois novos pseudobolbos em formação! Stressa-me um pouco, porque queria reenvasar esta orquídea, mas vou ter mesmo que esperar pelo fim da floração, ressaltando que ainda tenho duas hastes por florir!...


Bletilla striata 'alba'
 Comprada no fim-de-semana passado, na Exposição de Orquídeas do Porto, a minha Bletilla striata 'alba' está a deixar-me preocupada! 
Bletilla striata 'alba' - Quando comprei, a 01-04-2017
Bletilla striata 'alba' - Foto tirada hoje (06-04-2017)
 Escolhi-a, pensava eu, com bastante rigor, porque a outra que lá ficou no stand de vendas tinha indícios de podridão.
 Nos primeiros dias cá em casa o rebento mais pequeno  começou a apodrecer no interior (nas fotos em cima, o rebento da frente; na foto em baixo, o rebento à direita). Não a reguei naqueles dias, por isso jamais deixei acumular água no interior. Acredito que o problema já vinha com a Bletilla, apenas dando sinais só cá em casa.
Bletilla striata 'alba' - Foto tirada hoje (06-04-2017)
 O outro rebento está a desenvolver-se bem, com alguma rapidez até. A minha dúvida reside se devo ou não remexer no vaso, para detectar qual o problema e possível dimensão do mesmo, para me assegurar que não afecta o outro rebento.
 Amanhã, se me sentir melhor, vou tratar dela!



- Laelia purpurata var. carnea
 Desenvolveu um pseudobolbo bastante pequeno no ano passado, mas justificável pelo stress que passou: por vir sem raízes, desidratada e pela mudança drástica de ambiente.
 Teve uma excelente recuperação sem, no entanto, hidratar completamente os pseudobolbos mais antigos. Lançou várias raízes saudáveis que a tem ajudado bastante.
 Depois de um curto descanso durante o Inverno, está a desenvolver uma segunda frente (foto em baixo), enquanto o pseudobolbo desenvolvido durante o ano passado, parece ter estagnado, por agora.
 Vou ter que a reenvasar, não tarda!
Laelia purpurata var. carnea


 - Laelia anceps Guerrero
Laelia anceps Guerrero
 Esta espécie tem por hábito só produzir raízes depois do novo pseudobolbo maturar. Notam-se as gemas a "descolar" do pseudobolbo embora provavelmente só venha a desenvolver uma frente. Esta Laelia anceps em especial cria um longo espaçamento no rizoma, entre cada pseudobolbo, crescendo para fora do vaso com muita rapidez. Por isso, tal como a Laelia purpurata var. carnea, precisa de ser reenvasada com urgência, ou então montada. 



Laelia anceps var. sanderiana
 Esta Laelia anceps está na lista para ser substituída, porque desconfio que está infectada com Fusarium. Ainda não a testei, mas tenho quase a certeza porque comprei-a junto com Cattleya intermedia var. coerulea (que está infectada) e o estado dela tem-se degradado bastante: o desenvolvimento do novo pseudobolbo ficou afectado e estagnou, pseudobolbos extremamente enrugados e sem raízes viáveis. Estão ambas isoladas das restantes. Não vá o diabo tecê-las!
Laelia anceps var. sanderiana
 Parece estar a tentar, num último esforço, lançar novas raízes e um novo pseudobolbo.



Cattleya intermedia var. coerulea
 Esta orquídea, mesmo infectada com Fusarium, curiosamente está a desenvolver novas raízes e um novo pseudobolbo. Tem alguns sinais de desidratação (um dos sintomas do Fusarium), mas não tão extrema como a da Laelia anceps var. sanderiana
Cattleya intermedia var. coerulea

Cattleya intermedia var. coerulea

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Coelogyne cristata a querer florir?

Coelogyne cristata

 Só hoje é que prestei a devida atenção à minha Coelogyne cristata. Ela vinha com este "rebento" que, talvez por eu não estar familiarizada com o crescimento vegetativo desta planta, sempre considerei ser um novo pseudobolbo em formação (foto em baixo). 


Coelogyne cristata - No dia em que a recebi (23-02-2017)

 Com a mudança de clima (da Madeira cá para o continente) e a devida adaptação, esta orquídea estagnou e o que me parecia um novo pseudobolbo, ou frente de crescimento, começou a amarelar na semana passada. Cheguei a pensar que não se estava a adaptar.
 Hoje, porém, esta boa notícia! Está em crescimento, com 3 (?) flores a "engordar" e apenas as brácteas amarelaram.

 Espero que o estado de graça dure!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Nova aquisição: Coelogyne cristata




Coelogyne cristata

 Recebi hoje uma divisão de Coelogyne cristata, uma orquídea que consta na minha lista de desejos há muito tempo.
 É uma excelente divisão, com 5 pseudobolbos grandes e um em início de desenvolvimento. Aparentemente, uma orquídea de cultivo fácil e do tipo que precisa de algum frio no Inverno para poder florir mais tarde. Uma característica comum a muitas das Coelogynes.

 Como se vê nas fotos em cima, era difícil equilibrar o vaso de pé. O que trouxe alguns desafios ao reenvasamento. Inicialmente, tentei mudar para um vaso um pouco maior, onde pudesse distribuir sobre o solo um pouco mais o rizoma e pseudobolbos. Mas mesmo assim, o vaso tombava.

 Como vejo em exposições Coelogynes cristatas enormes em cestos, lá tive a brilhante ideia (ou não) de fazer um cesto com rede plástica, com um tamanho adequado à dimensão do rizoma. Para o substrato, fiz uma mistura de leca, casca de pinheiro, fibra de coco, um pouco de perlite e substrato de Cymbidiuns.

Coelogyne cristata

 A ideia era conseguir manter o rizoma a tocar a superfície do solo, quem sabe para estimular o crescimento de mais raízes.
 O cesto tem uns 9 ou 10 cm de altura, mas optei por só colocar substrato até meio. Uma camada fina, capaz de reter alguma humidade, mas suficientemente ventilada!

Coelogyne cristata

 Ainda tenho que resolver algumas questões técnicas do cesto, problemas que nunca me surgiram nos outros cestos que fiz, bem menores. Mas nada de muito grave.
 Resta-me apenas dizer: «fingers crossed»!